Senado da Itália aprova reforma eleitoral a um ano das eleições
Projeto elimina o componente majoritário do atual sistema e prevê modelo proporcional com prêmio de governabilidade; proposta ainda precisa passar novamente pela Câmara.
Projeto elimina o componente majoritário do atual sistema e prevê modelo proporcional com prêmio de governabilidade; proposta ainda precisa passar novamente pela Câmara.
O deputado Fabio Porta, do Partido Democrático, criticou a reforma eleitoral aprovada pelo Senado italiano e afirmou que a redução das circunscrições eleitorais no exterior pode enfraquecer a representação das comunidades italianas. O projeto ainda precisa passar novamente pela Câmara dos Deputados.
O Marrocos negou qualquer participação na entrada em massa de migrantes em Ceuta, na Espanha. O episódio provocou uma crise política após documentos divulgados pelo governo espanhol revelarem que os serviços de inteligência haviam alertado autoridades sobre o risco de uma ação em grande escala. O primeiro-ministro Pedro Sánchez afirma que os relatórios não indicavam a dimensão da crise nem apresentavam provas de envolvimento marroquino. A oposição, porém, acusa o governo de ter sido omisso e questiona sua relação com Rabat.
O vice-premiê e chanceler italiano Antonio Tajani destacou a importância da comunidade italiana em São Paulo durante visita à cidade. O ministro também reforçou ações do governo para aproximar a Itália dos cidadãos que vivem no exterior.
Chanceler italiano publicou artigo em O Globo durante visita a São Paulo e destacou potencial para ampliar comércio, investimentos e cooperação entre os dois países.
Roberto Vannacci, líder do Futuro Nazionale, usou dados sobre votações no Parlamento Europeu para criticar a Forza Italia, de Antonio Tajani. Segundo levantamento citado pelo político, a legenda teria coincidido com o Partido Democrático em 75,59% das votações analisadas na atual legislatura. Vannacci afirma que os números mostram uma aproximação entre a Forza Italia e a esquerda europeia, enquanto a legenda de Tajani integra o governo italiano ao lado de partidos de direita.
O partido Chega apresentou uma moção de censura ao Governo português após as polémicas envolvendo o ministro da Administração Interna, Luís Neves. André Ventura cobra explicações ao primeiro-ministro Luís Montenegro, enquanto o PS afirma que não pretende contribuir para uma crise política.
Antonio Tajani afirmou que a Rússia pode tentar influenciar as próximas eleições italianas e defendeu medidas preventivas para proteger a democracia.
Giorgia Meloni alcançará nesta sexta-feira (4) o recorde de governo mais longevo da República Italiana, superando a marca de Silvio Berlusconi.
O partido de Roberto Vannacci, Futuro Nazionale, chegou a 7,1% nas pesquisas e já supera a Lega. A legenda defende pautas ultraconservadoras e quer atrair descendentes de italianos no exterior.