Formada em Comunicação Organizacional pela Universidade de Brasília (UnB), atuou como repórter no portal Metrópoles e colaborou com a editoria Eu, Estudante, do Correio Braziliense. Com experiência em redação, locução e produção de conteúdo para diferentes portais de notícias em Brasília, também exerceu a função de assessora de comunicação na Flórida (EUA).
A viagem do papa Leão XIV à Espanha, marcada para junho, já reúne mais de 500 mil inscritos para acompanhar missas, vigílias e cerimônias religiosas. O pontífice passará por Madri, Barcelona, Ilhas Canárias e Tenerife, onde também fará homenagens a migrantes mortos na rota entre África e Europa.
A Comissão Europeia alertou que uma possível escassez de combustível para aviação pode atingir fortemente a economia portuguesa, altamente dependente do turismo internacional. O governo português diverge sobre os riscos, enquanto Bruxelas prevê desaceleração econômica, inflação mais alta e impactos no setor turístico caso o problema se agrave durante o verão europeu.
A Itália inaugurou a nova sede do Consulado-Geral em Porto Alegre, reforçando sua presença diplomática no sul do Brasil. O novo espaço foi projetado para modernizar serviços como passaportes, cidadania italiana e registros civis, atendendo uma das maiores comunidades de descendentes italianos do mundo.
O novo sistema digital de controle de fronteiras da União Europeia já registrou milhões de entradas e saídas e identificou cerca de 7 mil pessoas que ultrapassaram o prazo permitido de permanência na área Schengen. O EES substitui o carimbo no passaporte, utiliza dados biométricos e reforça a fiscalização migratória no bloco europeu.
Dados do Eurostat mostram que 2.910 brasileiros tiveram a entrada negada em países da União Europeia em 2025, colocando o Brasil entre as nacionalidades mais barradas no bloco. Portugal e Irlanda lideram os registros de recusas. Entre os principais motivos estão falta de comprovação do objetivo da viagem, ausência de recursos financeiros suficientes e uso de documentos falsos ou irregulares.
O ministro Alexandre de Moraes determinou que o governo brasileiro adote as medidas necessárias para a extradição de Carla Zambelli, presa na Itália desde 2025. A decisão ocorre após a Justiça italiana voltar a autorizar o envio da ex-deputada ao Brasil. Condenada em processos ligados à invasão dos sistemas do CNJ e ao episódio em que perseguiu um homem armada em São Paulo, Zambelli acumula mais de 15 anos de pena. A reportagem relembra toda a cronologia do caso, desde as investigações até a prisão em Roma e os próximos passos da extradição.
A primeira-ministra da Itália, Giorgia Meloni, recebeu o premiê indiano Narendra Modi em Roma para uma visita oficial marcada pelo fortalecimento das relações bilaterais. Os dois líderes anunciaram metas ambiciosas para comércio, tecnologia, defesa e inovação, além de elevarem a relação entre os países ao status de “parceria estratégica especial”. A visita de Modi é a primeira de um primeiro-ministro indiano à Itália em 26 anos.
A declaração do ministro italiano Antonio Tajani de que “não se pode retirar a cidadania de um italiano” provocou reação do ex-deputado Luis Roberto Lorenzato. O ex-parlamentar acusou o governo de incoerência ao defender a irrevogabilidade da cidadania em casos criminais enquanto restringe o reconhecimento da cidadania italiana por descendência no exterior. O debate reacende discussões sobre o Decreto Tajani e a retroatividade da Lei nº 74/2025, atualmente questionada na Justiça italiana.
As eleições municipais realizadas neste domingo e segunda-feira na Itália devem impactar temporariamente os serviços de registro civil em centenas de cidades. Como os mesmos setores responsáveis pelo AIRE, transcrições e emissão de documentos também organizam o processo eleitoral, brasileiros que aguardam respostas de comuni italianos podem enfrentar prazos maiores nas próximas semanas. A situação ocorre ao mesmo tempo em que os municípios lidam com a substituição definitiva da identidade italiana em papel pela versão eletrônica.
A Comissão Europeia confirmou que está analisando o pedido da Itália para flexibilizar temporariamente as regras fiscais do bloco europeu diante da crise energética agravada pelas tensões internacionais envolvendo o Irã. O governo italiano busca ampliar a margem para investimentos e medidas emergenciais no setor energético, enquanto Bruxelas debate formas de equilibrar disciplina fiscal e apoio econômico em meio à pressão sobre preços da energia e crescimento europeu.