Giovanna Pereira é tradutora e redatora há quatro anos. Formada em Letras – Tradução Espanhol pela Universidade de Brasília (UnB), onde também cursa o mestrado em Estudos da Tradução, é fluente em três línguas estrangeiras e apaixonada por literatura gótica, café e boas histórias (desde que bem escritas). Mary Shelley, Horacio Quiroga e Marjorie Bowen estão entre os autores com os quais já trabalhou. Atualmente, se dedica aos estudos de recepção e à literatura latino-americana escrita por mulheres.

Visto E2: cidadania europeia pode facilitar moradia nos EUA

Um tratado entre os Estados Unidos e países da União Europeia permite que cidadãos europeus solicitem o visto E2, que autoriza morar legalmente nos EUA por meio de investimento em um negócio. O visto permite levar a família, trabalhar na própria empresa e renovar indefinidamente, se tornando uma alternativa para brasileiros com cidadania europeia

Fabio Porta defende cidadania italiana até os 18 anos para filhos no exterior

O deputado Fabio Porta apresentou uma emenda ao decreto Milleproroghe para garantir a cidadania italiana para filhos no exterior até os 18 anos. A proposta elimina prazos rígidos e permite que menores solicitem o reconhecimento da cidadania a qualquer momento durante a menoridade, buscando corrigir entraves burocráticos e assegurar igualdade de direitos às famílias italianas fora do país.

“Cidadania italiana por descendência é direito constitucional, não concessão do governo”, diz jurista

Jurista afirma que a cidadania italiana por descendência é um direito originário protegido pela Constituição e critica as recentes restrições legislativas. A Corte Constitucional da Itália julgará o tema em março, em uma decisão considerada decisiva para milhões de descendentes no exterior.

Fraude na cidadania italiana: Suprema Corte condena brasileiro a 4 anos de prisão

A Suprema Corte da Itália confirmou a condenação de um brasileiro a 4 anos e 6 meses de prisão por envolvimento em um esquema de fraude no reconhecimento da cidadania italiana por descendência.
O caso envolveu o uso de registros falsos de residência no município de Brusciano, na região de Nápoles, para viabilizar processos administrativos de cidadania iure sanguinis.
A decisão reforça que, embora o direito à cidadania por descendência exista, o uso de meios fraudulentos, como residências fictícias, configura crime e pode levar a penas severas.
O tribunal também anulou parcialmente a condenação de um cidadão italiano por associação criminosa, determinando novo julgamento apenas sobre esse ponto.